sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cérebro desenvolvido e polegar opositor

... e percebeu que quanto mais o homem evolui mais ele se mata. É, se mata! Chegou a essa conclusão ao ler a célebre frase do recém falecido antropólogo francês Claude Lévi-Strauss:


"Meu único desejo é um pouco mais de respeito para mundo, que começou sem o ser humano e vai terminar sem ele - isso é algo que sempre deveríamos ter presente".




Começamos nossa caminhada pela história nús e cheios de pelos no corpo, encurvados, símios, cérebro mal desenvolvido - taí, a culpa é do maldito cérebro. Reformulando a famosa frase de Descartes - Penso, logo existo - passaremos a outra: Comecei a pensar, logo deixarei de existir. Não é muito lógico? Respondam-me. Não tem lógica esse pensamento?

E continuou sua trajetória de injúrias humanas. Resolveu assistir ao documentário "Toxic". Descobriu que o mundo é feito de plástico. Que o plástico dominou o mundo. Que esse elemento derivado do petróleo, nunca foi biodegradável, que se quebra em micro partículas e não é (nem nunca será) consumido pela natureza que o envolve. Os oceanos são uma enorme bacia de "água plástica", com pequenas partículas desse material em suspensão.


O petróleo foi descoberto pelo ser humano, que por sua vez transformou o Black-gold em plástico. É isso mesmo, o mesmo Homo erectus (antepassado direto dos Homo habilis e Homo sapiens e onde tudo isso começou, a 300 mil anos atrás) que possui um cérebro altamente desenvolvido e um polegar opositor (vide Ilha das Flores) - são essas as características que nos diferem dos outros símios: cérebro altamente desenvolvido, andar ereto, polegar opositor e uma grande quantidade de irresponsabilidade, características encontradas no DNA do Homo hurbanus.





quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pour mon cher ami!

E descobriu, no passo de alguns meses, que o universo se faz de instantes. Assim, como em noites de muito frio, em que apenas um gesto permite cercar todo o espaço de um terno calor. E assim, incapaz de sorrir, chorou, profundamente grato. E não é que não lhe fosse possível sorrir, não lhe era querido fazê-lo. Não por tristeza ou desgosto, mas por uma estranha sensação de que o choro permitiria esfriar o tempo, e assim, dali alguns instantes, o gesto tornasse a aquecê-lo. Não era preciso chorar, bem sabia. Esse calor, tão raro, mesmo que existisse só para ele, era revivido em cada outros tantos instantes. Revividos em forma tão cálida, que a ausência destes era como o fim. Bem sabia que não o era, mas enfim, são dessas estranhas matérias que os universos se constituem.

Homenagem ao querido e saudoso amigo Marco Elísio Nepomuceno

***

SEGUNDO CONSTA

O mundo acabando,
podem ficar tranquilos.
Acaba voltando
tudo aquilo.

Reconstruam tudo
segundo a planta dos meus versos.
Vento, eu disse como.
Nuvem, eu disse quando.
Sol, casa, rua,
reinos, ruínas, anos,
disse como éramos.

Amor, eu disse como.
E como era mesmo?

Paulo Leminsk

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

No safety or surprise... The End

Começo esse post com a maravilhosa música dos The Doors - The End - para ilustrar que chegamos ao fim da picada. Assistindo à premiação dos melhores do ano no Vídeo Music Brasil (VMB) da MTV, a minha surpresa é que não tive surpresa alguma - a Fresno arrebatou a maioria dos prêmios: baixista dos sonhos, vocalista dos sonhos, melhor banda e lá vamos nós. A banda dos sonhos foi completada pela dupla Martin Mendonça (guitarra) e Duda Machado (bateria)ambos acompanhantes de Pitty.

Até aí nenhuma novidade, a surpresa está na total falta de gosto dos internautas, em quão órfãos se encontram os "rockeiros" de hoje com tão pouca novidade. São bandas e estilos completamente descartáveis que em pouco tempo cairão no total ostracismo. A mídia é muito cruel - dá e depois tira - deixando um bando de gente boa no limbo musical. Um bom exemplo é que Tavares, baixista da Fresno concorreu com "putas velhas" como Dengue da Nação Zumbi e Lelo do Skank; o guitarrista Martin, concorreu - pasmem - com Sérgio Dias (o imortal guitarrista dos Mutantes) e Lúcio Maia da Nação Zumbi, um cara que juntamente com Chico Science inovou todo um movimento musical brasileiro de muita qualidade e criatividade, o Mangue Beat. O Baterista Duda concorreu com Jean Dolabella atual batera do Sepultura. Poutz, o cara substituiu ninguém menos que Igor Cavalera, um dos fundadores da banda e dono de uma baquetada nervosa e precisa! Jean era da DIESEL, uma banda excelente aqui em Belo Horizonte. E o vocalista dos sonhos foi o insosso Lucas da Fresno que desbancou Seu Jorge e Malu Magalhães. Tá bom, óquêi Dudes, Malu Magalhães é um tremendo pé no saco e Seu Jorge não é lá essas coisas - mas Lucas não faria nem parte da minha banda dos pesadelos mais tenebrosos - esse posto quem ocupa é Mr. Ozzy Osbourne, lógico!

Vamos fazer uma brincadeira. Ela durará alguns anos mas vai ser interessante. Vamos ver quem se lembrará de Fresno, NXZERO e outras coisas sem sal daqui a 20 anos? Qualquer pessoa (até mesmo quem detesta rock'n'roll) sabe quem foram os Beatles, os Rolling Stones, Iron Maiden, Ozzy, Kiss, Stooges, Sex Pistols, Ramones, Legião Urbana, Ira, Sepultura, Nação Zumbi e se deixar eu tenho mais bandas a baldes aqui na cachola. E estou citando as mais populares e deixando de lado aquelas undergrounds que fizeram muita diferença na construção do bom e velho rock'n'roll.

Finalizarei esse desabafo com uma frase do finado e inesquecível Francisco de Assis França - o Chico Sciense - em entrevista para a revista Rock News, publicação que trabalhei no início de minha carreira como fotojornalista: "Se as rádios e as emissoras de TV brasileiras só tocam o que é terminantemente ruim, como as pessoas saberão o que é realmente bom?"


"This is the end, Beautiful friend
This is the end, My only friend, the end
It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end"


"Este é o fim, belo amigo
este é o fim, meu único amigo, o fim
dói te libertar
mas você nunca me seguirá
o fim das risadas e das mentirinhas
o fim das noites que tentamos morrer
este é o fim"

The End - The Doors













Chico Science











The Doors

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Beer Bassade - Fogueira das Rosas

Essa maravilha me foi apresentada pelas queridas amigas Carol e Janaina. De fato, esse som tribal, enraizado mexe com qualquer brasileiro, afinal "bater uma caixa" é com a gente mesmo. Em uma rápida pesquisa na web descobri que esta música é uma antiga canção hebraica feita por pastores de ovelhas.



Beer Bassade

Beer bassade chafarúha ro'im
Ve'edrei zarim ya'atruha
Nadedu halechu be'ikvei harim
Ro'im asher karuha
Ah-ah-ah neot midebar
Avelu darechei hatson
'Ala gam tale mi yachon?

'Alei beer chafarúha ro'im
Ve'edrei zarim yitsemau
"ali, beer! Beer, 'ali!"
Ta'ane : "meimai nichelau!"
Há-há-há ! El hamidebar
Nahagu zarim hatson...
Beer bassade mi yachon?

Eli beer chafaruha ro'im
Meharim 'adarim yashuvu
Chaleshu 'alot, po'im telaim
Tife'am beer: "hei sahvu"!
Hei, hei! Halea midebar!
Shetu, revu, hatson!
Chalil gam sade ronu ron!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Me redescobrindo aos 35


Ando me enfrentando no meu estado mais natural. Dessa forma, descobri que tenho obsessão por cada coisa em seu lugar, cada palavra no seu estilo e que não se pode perder tempo. Assim está Ed Félix - "está" porque passei a acreditar que "estou" e não "sou" - o bom da vida é se adaptar a ela. Pode não ter sido o prêmio merecido e desejado pela vontade de atingir um novo objetivo, mas certamente foi a resposta certa pela forma que andei pela estrada escolhida. Deixar que a mente ficasse em desordem é normal, o que não é normal é manter, é cultivar essa desordem. Resolver isso foi fácil. Mas, ao contrário do que acreditava, todo sistema de simulação inventado por mim para ocultar a realidade, acabou revelando que não sou disciplinado e contraditoriamente impulsivo por virtude, mas sim por reação contra a minha própria negligência, consciente de que sou generoso, próximo e disponível, mas apenas com quem julgo merecedor – outros terão meu sorriso, isso basta. Que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado, mas nunca penso o pior. Insegurança não faz parte da minha natureza apesar dela insistir em bater à minha porta – sei que ela está lá, mas não atendo.

Notei, nesse curto, porém intenso tempo de reflexão, que o “amor” é algo raro e assume forma distorcida devido à dúvida que as pessoas trazem dentro de si. Descobri que esse sentimento não se pode traduzir em palavras e sim em ações constantes, corajosas e gratuitas – quem ama não precisa dizer, quem se sente amado não precisa ouvir e muito menos esperar algo em troca. Amor não se troca, se dá e se recebe sem o peso da obrigatoriedade. Palavras jamais substituirão sentimentos, pois esse não cabe em frases ou regras, é livre por si só. Ao descobrir isso abri minha alma às delicias do acaso. Perguntei-me como pude sucumbir diante dessa vertigem que eu mesmo provoquei e que eu tanto temi. Flutuei entre nuvens e andei falando sozinho com a vã ilusão de investigar o porquê das coisas. Me senti culpado quando na verdade estava completamente certo. Certo de que desejar algo bom e novo, agir em torno desse desejo e criar expectativas não é um ato criminoso, apesar de perigoso, e lutar por isso me tornou um homem ainda mais vivo, livre de qualquer prisão sentimental e convicto daquilo que eu preciso para seguir a vida com leveza e um pouco mais de qualidade.

Acho que se me deparar com um letreiro imenso e luminoso expressando quem sou, verei escrita uma doce palavra: "Liberdade".

Adaptado da obra belíssima de Gabriel Garcia Márquez - "Memórias de minhas putas tristes" - pág. 73.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

... e já se vão oito anos!

Ainda mais ácido e altamente efervescente

Como faço todos os anos neste período do 11 de setembro, venho aqui relembrar que essa mesma imprensa (da qual faço parte mas não bebo da mesma água suja e lodosa) vem invadir nossos lares com a mesma história de sempre a respeito dos atentados ao WORLD TRADE CENTER: "O maior atentado da história". Mais um ano terei que discordar e relembrar meus queridos leitores, que sei que são inteligentes o suficiente para compreender, que foi um atentado de cruéis proporções sim, mas "o maior da história" é forçar a barra. Sigam o roteiro:

Japão, 6 de agosto de 1945 - 8h15: O artefato que tinha o sinistro nome de Little Boy (Garotinho... vejam bem!), lançado pelo famoso bombardeiro "Enola Gay", foi detonado sobre a cidade de Hiroshima causando a morte instantânea de 260 mil pessoas e, mais tarde, outras 120 mil devido à radiação, fome, doença e por aí vai. Entre os mortos (90% de civis), trabalhadores, feirantes, estudantes, crianças, donas-de-casa, marginais e até militares.

Japão, 6 de agosto de 1945 - 12h10: O B-29 Bock's Car da Força Aérea Americana, sobrevoa a cidade de Nagasaki liberando o "Fat Man" (valha-me Deus!), artefato nuclear bem gordo - 4,5 toneladas e potência equivalente a 22mil toneladas de TNT - um verdadeiro ícone da sociedade "Mc Donalds". Morreram desintegrados cerca de 39 mil pessoas e outras 25 mil sofreram os efeitos secundários do "gordão". O efeito em Nagasaki só nao foi maior porque o local possui um relevo montanhoso o que protegeu boa parte da cidade, impedindo a propagação do calor e da radiação.

Guerra do Vietnam - 1959 a 1975. Os EUA promoveram verdadeira carnificina, tanto de nativos daquele país, quanto de seus próprios jovens americanos, mandados à morte, iludidos pelo American Way of Life. Saldo: 400 mil defuntos, 150 mil inválidos e uma desastrosa crise moral.

A nossa imprensa ainda tem coragem de dizer que um atentado onde cerca de 3000 pessoas morreram foi "o maior atentado da história". Três mil crianças morrem todos os meses na África por conta da malária, Aids, fome, guerras, enquanto isso os EUA ampliam suas bases militares em todo o mundo "pregando a paz mundial". Atentado maior é o que tentam fazer com a minha, com a sua inteligência.

Não me lembro dos jornais fazerem menção alguma sobre os eventos citados acima em suas respectivas datas. E vejam bem, nem toquei no assunto do Holocausto, das guerras do Camboja, Irã x Iraque (cuja participação americana rendeu até filme do Rambo.. aff), e das milhares de pessoas que sumiram sob a batuta dos regimes militares orquestrados pelos EUA na América Latina.

Não se deixem levar pelo American Way of "to fuck" life...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Benzetacil

João Bosco

Tem dor de dente, dor-de-cotovelo
Tem dor em tudo que é lugar
Dor de barriga, asia, queimação
Tem a dor-de-facão
Mais conhecida por “de veado”
Calo, nó, tostão ou dor muscular
E bico-de-papagaio
Dor de cabeça, sinusite, febre
Cólica, enxaqueca, mas vai melhorar, porque
Pra toda dor existe um bom remédio
Toma, deita, espera, tenta esquecer
Mas na verdade tenho que dizer
Tem uma dor tão vil
Que dói só de pensar
Você não sabe amigo o que é levar
Um Benzetacil naquele lugar


Esparadrapo, calminex, gelo
Boldo, sal de frutas, cafuné de mãe, não tem
Nenhum remédio pra essa dor maldita
Vira, abaixa as calças, entrega a Deus e Amém

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dedicado aos verdadeiros!!!


A bondade
Pablo Neruda

Endureçamos a bondade, amigos. Ela é também bondosa, a cutilada que faz saltar a roedura e os vermes: é também bondosa a chama nas selvas incendiando-se para que os arados bondosos fendam a terra.

Endureçamos nossa bondade, amigos. Já não há pusilâmines de olhos aguados e palavra brandas, já não há cretino de soterrada intenção e gesto condescendente que não mantenha a bondade, que vós outorgastes, como uma porta fechada a toda penetração de nosso exame. Vede que necessitamos que sejam chamados bons os de coração reto, e os não amolecidos, e os submissos.

Vede que a palavra se vai fazendo acolhedora das mais vis cumplicidades, e confessai que a bondade de vossas palavras foi sempre - ou quase sempre - mentirosa. Algumas vezes é preciso deixar de mentir já que, no fim das contas, só dependemos de nós mesmos e nos estamos sempre remordendo a sós por nossa falsidade, e vivendo assim encerrados em nós mesmos entre as quatro paredes de nossa astuta estupidez.

Os bons serão os que mais depressa se libertam desta mentira pavorosa e saibam dizer sua bondade endurecida contra todo aquele que a mereça. Bondade que caminha, não com alguém, mas contra alguém. Bondade que não bata nem lamba, mas que desentranhe e peleje porque é a própria arma da vida.

E somente assim serão chamados bons os de coração reto, os não amolecidos, os insubmissos, os melhores. Eles reivindicarão a bondade apodrecida por tanta baixeza, eles serão o braço da vida e os ricos de espírito. E deles, somente deles, será o reino da terra.

obs.: Extraído do Livro "Para nacer he nacido”, complemento do livro de memórias “Confieso que he vivido” - Editora Liber - Rio de Janeiro/Barcelona, 1977.

Espero não ter problemas quanto a direitos autorais – fontes e bibliografia citadas corretamente de acordo com a obra traduzida para o português.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Dança Jovem em Sampa

O "Dança Jovem" estará na capital paulista com as apresentações de dança "Me acompanha" e "Sinal de Vento". Confiram a programação:


"Sinal de Vento"

20 e 21 de agosto
Pátio do Colégio N02 - Centro - SP
horários: dia 20 às 15h e dia 21 às 11h







"Me acompanha"

21 a 23 de agosto
TD - Teatro de Dança
Av. Ipiranga, 344 - Subsolo
Edifício Itália - Metrô República
Informações - (11) 2189-2555 - info.teatrodedança@apaa.org.br
www.teatrodedança.org.br
Ingressos: R$ 4 reais (inteira) e R$ 2 reais (meia)
Vendas online: www.ingressorapido.com.br

sábado, 15 de agosto de 2009

YEAH!!! Ideias Ordinárias é 1000!!!

Pessoas boas,

agradeço a todos por visitarem o Ideias Ordinárias. Atingimos 1000 visitas desde fevereiro deste ano, quando o blog deixou o endereço antigo (ideiasordinarias.zip.net) para o Blogspot. Juntando todas as visitas desde a criação do Ideias, em dezembro 2005, somam-se cerca de 5800 visitas! Obrigado a todos! Vocês fazem parte dessa tragetória ordinária!

Como forma de agradecimento, deixarei 3 de minhas fotografias que podem ser baixadas como Wallpaper! Espero que gostem. (clique nas imagens para download)



Outro presente pra vocês, e isto foi uma coincidência, já que ia postar de qualquer forma: um poema surrealista, feito a "três cabeças". As cabeças são: Eu, Shelmer Gvar e Helena Pawlow. Uma ideia "ordinária" de Shelmer que, na mesa de um boteco, disse: Ed! Fala uma frase rápido! Daí Helena disse outra, ele disse outra, eu disse mais... e fomos até sair isso:

Dúvida, superficilidade da vida em silêncio

Edward Félix, Shelmer Gvar e Helena Pawlow

Simples não posso fazer
Sentir pessoas pensar sentimentos
amar no nada aproximando do desconhecido
e assim caminhando sem ter onde
conversa furada papo fiado
entre chopp e cigarro
poema e caneta sem tinta
penso que posso ir adiante
cada par uno
cada uno todo
sem nada
cada nada sem uno
unidade é nada
ainda ei de ser nada
e quando for nada
serei tudo

* eu sei, coisa de doido, mas foi uma experiência muito bacana que saiu em menos de 1 minuto... essa sim é uma ideia ordinária... rs

Obrigado, Thanks, Merci, Danke, Grazie, Gracias...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

The Pen Story

Recebi um e-mail de uma querida amiga fotógrafa - Helena Oliveira - e faço delas as minhas palavras: Um show de imagem, criação e imaginação. Ofereço esse post a todos os meus amigos e em especial àqueles que trabalham com imagens. Ô vida boa!! =D

Sou o que descubro da vida. Entendi, a duras penas, que o tempo é uma matéria e que, apesar disso, não pode ser mudado. Eu que mudo, me...